eu amo esse menino. amo demaaaais. e só eu sei o quanto amo.
mas tem dias que, sei lá, me perco. me perco de mim, dos meus princípios, da minha paciência, do meu amor por ele.
[pausa pra explicar que não, eu não espanquei ele! deus me livre encostar um dedinho sequer nesse menino... sou contra palmadas para educar, punir ou o que quer que seja em qualquer etapa da vida de um filho.]
então, tem dias que não aguento. não sei se tem a ver com a gravidez, se é uma coisa minha ou se não é nada. mas depois das crises de choro -dos dois- eu fico assim, derretida. e não consigo largar. quero ficar agarrada com ele, só fazendo carinho, como uma forma de me desculpar.
e talvez, essas crises fiquem guardadas só na minha memória, mas tenho medo do efeito que possam causar na formação do indivíduo dele. eu nem sei se isso tudo, refiro-me aos surtos, faz parte da criação dos filhos, afinal ainda estou no primeiro ano do primeiro filho, mas tenho medo de errar.
hoje me perdi e, mais uma vez, prometi a mim mesma que será a última vez.
deitei com o meu bebê na cama e, abraçadinhos, esperei ele adormecer. e ele adormeceu, simples assim. como se estivesse aceitando todas as minhas desculpas e me dizendo que estamos aprendendo a ser mãe e filho, um dia após o outro.
5 comentários:
Olha, você é uma pessoa maravilhosa, a ponto de reconhecer e publicar as coisas
Isso é amor. Todas nós, mães passamos por isso. Só as mães sabem. Só você sabe do seu amor pelo Téo.
Me diga uma coisa: que mês nasce a pérola? Qual será a diferença de idade entre eles?
Eu tenho dois com 13 meses de diferença um do outro. Loucura, loucura! Hehehehe.
É, menina... A gente que faz/já fez terapia sabe como o trauma afeta toda a nossa vida... E eu também morro de medo de estar criando um menino podado por eu ser tão má e autoritária... Só sei que depois de muito refletir vejo que eu TENTO fazer o que eu ACHO que é melhor pra ele... Ë difícil... Mas a vida é assim... Acertos e erros nos fizeram ser o que somos... E assim será com o Igor, o Téo, o Gu, a Pérola...
Ah, Lu, o primeiro passo você deu! Você reconhecer e assumir o erro é o mais difícil de tudo!
Depois disso, vem outra coisa complicada: o fazer diferente.
Tenho certeza de que a gente consegue.
beijo
Oi,
cheguei ao seu blog atraves de outro e me identifiquei com seu post. Tem dia que eu e o amor da minha vida, q tem so 8 meses, nao conseguimos nos entender direito tambem! kkkk Fico com remorso mas tento nao ficar me culpando. Tento pensar q sao desentendimentos passageiros - eu cansada x ele irritado - e ficamos de mal como criancas por pouco tempo.Depois passa. As relacoes humanas sao imperfeitas assim mesmo.
Acho que a maternidade nos traz dois sentimentos mto fortes: 1o amor incondicional e 2o culpa, muita culpa.
E vamos aprendendo a lidar com isso.
Beijos
Fernanda
Oi,
cheguei ao seu blog atraves de outro e me identifiquei com seu post. Tem dia que eu e o amor da minha vida, q tem so 8 meses, nao conseguimos nos entender direito tambem! kkkk Fico com remorso mas tento nao ficar me culpando. Tento pensar q sao desentendimentos passageiros - eu cansada x ele irritado - e ficamos de mal como criancas por pouco tempo.Depois passa. As relacoes humanas sao imperfeitas assim mesmo.
Acho que a maternidade nos traz dois sentimentos mto fortes: 1o amor incondicional e 2o culpa, muita culpa.
E vamos aprendendo a lidar com isso.
Beijos
Fernanda
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